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Multas médias – A lista definitiva – Parte 03

Art. 218 – Transitar em velocidade até 20% acima do limite permitido para o local.

Mesmo que estejamos com muita pressa, nenhuma situação que não seja de extrema emergência justifica uma velocidade acima do permitido. Quando estamos no trânsito, somos responsáveis não somente por nossas vidas, mas também pela segurança de todos que irão, mesmo que por alguns minutos, transitar perto de nós.

Ao transitar com uma velocidade acima dos 20%, mesmo que pareça pouco ainda, uma situação de muito perigo é causada. Quando um veículo passa a essa velocidade, qualquer perigo pode se tornar fatal, pois o motorista não poderá parar o veículo a tempo necessário.

Art. 219 – Transitar com o veículo em velocidade inferior à metade da velocidade máxima estabelecida para a via.

E não é apenas uma velocidade muito alta que pode causar uma situação de perigo no trânsito. Principalmente em rodovias e estradas, andar em uma velocidade muito baixa, menor do que a metade da permitida, também pode causar uma situação de muito perigo.

Ao andar muito devagar em rodovias rápidas, os motoristas que estão vindo em paralelo a pista podem não perceber a presença desses veículos, e podem não perceber a tempo a velocidade reduzida desses.

  Art. 221 – Portar no veiculo placas de identificação irregulares

Muitos veículos, principalmente veículos maiores de cargas, possuem muitas placas de identificação. Essas placas complementares indicam aos outros motoristas informações importantes, como a metragem total do veículo, o que ele está transportando e também formas de entrar em contato, caso note alguma irregularidade.

Essas placas devem seguir um padrão descrito no código de transito brasileiro, que determina seu tamanho, tipo de letra e também as cores, visando sempre o melhor entendimento por todos os outros motoristas.

E mesmo em containers que serão usados posteriormente no transporte de cargas, e também importante que todas as placas relativas ao trânsito estejam bem legíveis.

Art. 222 – Não ligar giroflex nas situações de atendimento de emergência (ambulâncias e viaturas)

Também os veículos de emergência precisam seguir corretamente as diretrizes de transito. Em situações de perigo a vida, o veículo oficial também deve se atentar a utilizar todos os recursos disponíveis para fazer um atendimento mais eficiente possível, inclusive ligando giroflex nessas situações.

Ao acionar esse importante dispositivo de segurança, os veículos oficiais ganham a atenção de outros veículos no transito, conseguindo assim uma passagem facilitada por todos, e também ajudam as outras equipes de atendimento a se prepararem, quando essas ouvem esse sempre chamativo barulho.

Art. 226 – Deixar de retirar objeto que tenha sido utilizado para sinalização temporária da via

Muitas vezes podemos não se dar conta disso, mas infelizmente essa situação pode acarretar um acidente sério. Ao colocar objetos na rodovia para sinalizar que há um veículo parado com problemas, por exemplo, também devemos nos lembrar de retirar o mesmo.

Triângulos de sinalização, troncos de arvores e também outros objetos podem ser muito perigosos, quando atingidos por veículos em altas velocidades. Além disso, andar com o veículo sem o triangulo de sinalização também configura uma infração de trânsito.

Art. 229 – Conduzir o veículo com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas.

Sabemos que nem sempre nos atentamos como devíamos por olhar cada pequeno detalhe dos nossos veículos. Mas devemos, a cada espaço de tempo, parar alguns minutos da semana para verificar todas as luzes dos nossos veículos, pois esses formam um sistema de proteção contra acidentes muito importante.

Muitos veículos já adotam sistemas de trocas de lâmpadas bem facilitados, onde qualquer motorista, mesmo sem experiência alguma em mecânica, consegue fazer a devida substituição.

Art. 230, XXI – Conduzir o veículo de carga sem inscrição da tara e demais previstas no CTB

Veículos de carga sempre chamam a atenção por onde passam, principalmente pelo seu grande barulho e tamanho. Eles são sempre pesados nas rodovias, para que seja verificado se o peso total está abaixo do permitido.

Uma das formas de se certificar que o veículo anda somente com a capacidade recomendada de peso é através das taras de peso, que indicam quanto de carga real está sendo transportado. Manter o peso sempre abaixo do limite ajuda contra possíveis acidentes, e também ajuda contra o desgaste excessivo do asfalto das vidas, evitando assim o aparecimento de buracos na pista.

Art. 230, XXIII – Conduzir o veículo de carga ou passageiro em desacordo com intervalos para descanso

Muito antigamente, as viagens, mesmo que de distâncias grandes, eram feitas exclusivamente por veículos terrestres. Dessa forma, era muito importante manter um regime de paradas, para que os ocupantes e os motoristas pudessem descansar um pouco o corpo.

Na época agitada que estamos, podemos por vezes evitar realizar muitas paradas quando fazemos viagens de algumas horas, o que é um erro muito grave. Quando estamos a muito tempo realizando a mesma atividade, como dirigindo, temos uma chance muito maior de sofrer distrações, o que pode causar um acidente muito sério.

E também por uma questão de saúde, é importante sempre realizar paradas para se alimentar de algo, beber água de forma constante e também evitar segurar a vontade de ir ao banheiro por muito tempo.

Art. 231, V – Transitar com o veículo com excesso de peso

Como já descrito anteriormente, andar com o veiculo com excesso de peso faz a viagem ser muito mais perigosa. Além de evitar que o motorista pare o veiculo no tempo necessário a evitar acidentes, o excesso de peso também causa buracos na pista, o que pode ser muito perigoso.

Art. 231, VII – Transitar com o veículo com lotação excedente

Não poucas vezes, vemos situações onde os veículos andam com muito mais gente do que deveria. E não, não estou falando dos fuscas dos circos antigos, que era o transporte de dezenas de palhaços.

Sei que muitas vezes as pessoas não possuem os veículos que necessitam, e também sei que o transporte coletivo sempre deixa muito a desejar no Brasil. Mas os motoristas devem sempre ter em mente que andar com veículos com muito mais peso do que se deve, pode além de colocar sua carteira de motorista em perigo, pode tornar uma situação comum em uma cena real de acidente.

Nessas situações, é muito importante tomar atitudes alternativas, como realizar mais de uma vez o trajeto, e também conscientizar a todos que essa situação irá trazer um risco de acidente a todos, inclusive aos outros passageiros.

Art. 231, IX – Transitar com o veículo desligado ou desengrenado, em declive

Sei que a gasolina anda mais cara do que nunca, mas andar com o carro desengrenado nas descidas, na verdade não economiza combustível, além de trazer um grande risco de acidente a todos os passageiros.

Falando sobre o combustível, o carro irá fazer um consumo muito grande quando o carro for colocado em uma nova marcha, o que irá aumentar o seu consumo. Além disso, todo motorista experiente sabe que quando o carro está sem marcha, todo o sistema de freios se torna muito menos eficaz, por isso essa com certeza não é uma boa atitude de qualquer motorista responsável.

Art. 236 – Rebocar outro veículo com cabo flexível ou corda, salvo em casos de emergência

Mesmo as melhores intenções podem ser classificadas como infrações de trânsito. Sempre nos deparamos com carros e motos que acabam quebrados na rodovia, e outras pessoas que se propõe a ajudar, guinchando o veículo com qualquer objeto que possa ajudar.

Mas essas situações, mesmo que cheias de boa vontade, acabam gerando uma situação de perigo a outros motoristas. Para transportar um veículo dessa maneira, é preciso contar com equipamentos desenvolvidos para essa finalidade, como correntes.

Art. 247 – Deixar de conduzir veículos de tração humana ou animal pelo bordo da pista, em fila única

Principalmente nas estradas rurais, é muito comum avistarmos veículos sendo puxados por cavalos e bois, e possuem um charme todo especial. Porém, para que esses veículos se mantenham sempre seguros, é preciso que os responsáveis sempre façam o trajeto em rodovias pelo bordo da pista, evitando assim que qualquer momento de agitação do animal se transforme em uma situação de perigo para ele mesmo, e para os outros veículos.

Art. 249 – Não acender as luzes de posição à noite quando estiver parado para embarque ou carga de mercadorias

Principalmente nas grandes cidades, é cada vez mais o embarque e desembarque de mercadorias no período da noite, ajudando assim a manter um fluxo de veículos mais rápido durante o dia.

Porém, toda carga e descarga de mercadoria deve ser devidamente assinaladas, e as luzes indicando essa movimentação são obrigatórias durante todos os momentos.

Mesmo que seja uma parada rápida, qualquer acidente que tenha um veiculo fazendo a carga ou descarga de mercadorias não devidamente assinalado se tornará um dos causadores do perigo, além da possibilidade do recebimento de uma multa média.

 Art. 250, I – Deixar de manter acesa a luz baixa a noite, Deixar de manter a luz baixa de dia, nos túneis e nas rodovias. Veículo de transporte coletivo – Deixar de manter a luz baixa de dia e de noite, circulando em faixas ou postas a eles destinados – Ou deixar de manter a luz baixa de dia se tratando de ciclomotores

Os faróis foram desenvolvidos não somente para que seja possível visualizar de forma mais clara durante a noite, mas também para serem mais facilmente percebidos por outros motoristas.

No Brasil, muita discussão aconteceu quando se obrigou a manter as luzes acesas dos carros, mesmo durante o dia. Apesar da falta de compreensão de alguns, esse fato poderia sim ajudar outros motoristas que vem na direção oposta a perceberem a presença de outros veículos, o que poderia ajudar a diminuir os acidentes.

No período da noite, todos os veículos precisam manter acesas as luzes baixas, e se tratando de motos, essa obrigação também acontece no período da manhã e da tarde. Como são veículos menores, tudo que é possível ajudar na identificação desses veículos é uma forma de ajudar a diminuir os acidentes, que podem ser nesses casos, fatais.

Art. 250, II – Deixar de manter acesas pelo menos as luzes de posição sob chuva forte, neblina ou cerração.

Em algumas situações, as luzes acesas se tornam ainda mais necessárias. Por vezes, nos deparamos no transito com neblinas e chuvas fortes, que podem atrapalhar não somente a direção correta na pista, mas também a percepção de outros veículos da nossa presença.

Nesse caso, é muito importante deixar sempre os faróis acesos, mesmo que seja de dia. Dessa forma, facilitamos não só a visão do motorista, mas também torna mais fácil outros motoristas a enxergarem que outro veículo se aproxima.

 Art. 250, III – Deixar de manter a placa traseira iluminada, à noite

Uma das luzes que poucas pessoas se lembram em suas manutenções antes das férias. As luzes que iluminam as placas traseiras são fundamentais para que se possa fazer o reconhecimento correto dos veículos que cometem crime, mas não é só isso.

Ao manter as luzes das placas traseiras bem iluminadas, é possível que seu veículo seja registrado também quando não comete nenhum crime, te ajudando a resolver qualquer mal entendido.

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